
Quando, no final de julho, apresentou a estratégia para os portos comerciais do continente 2025-2035, o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, assumiu que “queremos competir com os portos espanhóis”, mas estes também se preparam para investir no reforço da capacidade de carga, reduzir as emissões de CO2, aumentar a digitalização e a segurança e melhorar os acessos, designadamente ferroviários.