
A bolsa de Lisboa começa a primeira sessão da semana em baixa, cedendo 0,66% para os 7.927.72 pontos. O PSI acompanha assim a tendência das congéneres francesa e neerlandesa, que a esta hora também estão a negociar de forma negativa.
Das 15 cotadas do índice, apenas uma está a negociar de forma positiva, com duas a manterem-se ainda inalteradas face à sessão de sexta-feira e com as restantes 13 a apresentarem quedas.
O índice português está a ser pressionado pelo grupo EDP, com destaque para a EDP Renováveis, que a esta hora cai 2,71% para 10,41 euros por ação. O braço de energias “verdes” do grupo mostra-se assim contagiado pelos desenvolvimentos deste fim de semana. A administração Trump travou a construção de parque eólico offshore 80% concluído e o Presidente dos EUA já tinha dito que, na sua opinião, “o vento não funciona”.
As declarações e o pausar do projeto em causa estão a fazer a empresa responsável, a dinamarquesa Orsted, a afundar 18% na sessão desta segunda-feira, havendo um receio dos investidores sobre o futuro de alguns projetos de energias renováveis nos EUA, um mercado que é importante para a EDP Renováveis. Como consequência, também a casa-mãe, a EDP, está a negociar em baixa 1,08% para 3,840 euros por ação.
CTT (- 0,77%), Nos (- 0,63%), Galp (- 0,55%) e Jerónimo Martins (- 0,38%) são outros dos destaques pela negativa no início da sessão desta segunda-feira.
Do lado positivo só mesmo o banco BCP que avança 0,68% para os 0,7752 euros por ação. A Ibersol e a Semapa negociavam ainda de forma inalterada aos primeiros minutos da manhã.
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